Comunicação, pode ser engraçada?

29/04/2020 23:48 - Por Agência Tornera - Comunicação e Marketing

Erros ortográficos e memes se transformam em milhares de curtidas, as marcas aproveitam a onda para serem “engraçadinhas”. Mas será que este é o cominho correto?

Atualmente, temos visto diversos posicionamentos diferentes, na internet, sendo alguns deles com pouco engajamento - quando os clientes não interagem com a marca - e outros com altos índices de compartilhamento, os chamados virais.

A comunicação deve ser conectada com seu público, ir de encontro aos seus anseios ou acertar o tom que ele esperava, para ser bem sucedida.

Desde a concepção até o desenvolvimento de uma marca, a empresa precisa conhecer seu público-alvo muito bem para saber como se comunicar. É preciso se ter identidade, mas a maior questão é saber até onde uma marca pode chegar com a sua identidade.

Ao falarmos de identidade, é preciso entender também a comunicação como um todo: a logomarca, o slogan, o meio em que o produto ou serviço está inserido, tudo influencia em como o comportamento do negócio será com seus consumidores. Falando exclusivamente em texto, a idade e o contexto social são ainda mais gritantes. É fundamental conhecer bem o público para que o engajamento seja direto, ou seja, estar antenado com o que ele está falando e onde ele está conectado é extremamente importante. Tudo isso com a missão de envolver o leitor.

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É impossível negar a quantidade de compartilhamentos e a repercussão que um determinado tipo de brincadeira pode trazer para empresas, pois a grande sacada é estar presente no maior número possível de feeds, no menor tempo possível. Ver a marca se replicar rapidamente, com um custo bem abaixo do que os comerciais de TV e rádio, pode ser incrível. Mas cuidado!

Um posicionamento questionável também pode se tornar um viral de exemplo negativo. Algumas empresas “passam do ponto” ao criar imagens que não respeitam o branding e a realidade do produto, sem o objetivo de construir valor para a marca, apenas para aumentar curtidas e compartilhamento. Será que utilizar todas as “modas” é uma boa ideia? A resposta é: depende. Erros existem, mas utilizar o timing correto requer, além de cuidado, muito bom senso. Antes de criar uma imagem que tenha a pretensão de se tornar um viral, ganhar curtidas e compartilhamentos com engajamentos orgânicos sem desembolsar muito, é preciso repensar os valores e a identidade que a marca possui.

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